Dr. Felipe Calmon - Neurocirurgião

24 de fevereiro de 2023

O que fazer em uma crise de epilepsia?

O que fazer em uma crise de epilepsia

Durante uma crise de epilepsia é recomendado que a pessoa que busca ajudar o paciente retire todos os objetos que possam causar-lhe alguma lesão. Após liberar o espaço, é indicado que o doente seja deitado no chão, e lateralizado, isso permite a saída da saliva, evitando a aspiração e melhorando sua respiração.

Se possível, proteja a cabeça da pessoa enquanto ela está convulsionando, com uma almofada, ou até com peças de roupa, evitando que sua cabeça se choque com o chão durante a crise, evitando traumas.


Não segure o paciente, nem jogue água ou coloque qualquer objeto em sua boca (o fato de que a pessoa enrola a língua durante a crise é mito). Deixá-lo de barriga para cima aumenta as chances dele engasgar com saliva ou secreções, por isso há a necessidade de virá-lo de lado, e é indicado que as roupas sejam afrouxadas, principalmente as que se encontram na região do pescoço, para auxiliar na respiração.


As crises convulsivas costumam durar de um a dois minutos, e após seu término o doente pode se apresentar agitado, sonolento ou confuso, durante esse período não é indicado que seja oferecido comida ou bebida à pessoa, uma vez que seus movimentos ainda podem estar desordenados.


Mesmo que a crise tenha cessado, é importante levar o doente ao médico, pois o risco de recorrência de crise é maior nas primeiras 48h, e é importante o acompanhamento médico para ministrar eventual anticonvulsivante.



É importante ressaltar que crises mais longas devem ser atendidas emergencialmente, sob risco de danos neurológicos ao paciente. Deste modo, é ideal que o Samu (192) ou Corpo de Bombeiros (193) seja acionado.

Como evitar a crise de epilepsia?

Como evitar a crise de epilepsia

Para evitar as crises de epilepsia, é importante que o doente tenha se consultado com um médico neurologista, e recebido um diagnóstico preciso. Após o diagnóstico, o médico vai prescrever anticonvulsivantes que têm o poder de controlar o tipo específico de epilepsia apresentada por aquela pessoa.


Para realizar o diagnóstico, são utilizados dois exames principais, a ressonância de crânio e o eletroencefalograma. Apesar de a epilepsia não ter cura, é uma doença controlável, de modo que os doentes de epilepsia conseguem manter uma vida comum, quando levam o tratamento à risca.


Existem outras indicações ao doente epilético para que ele não apresente crises, tais como: não ingerir bebidas alcoólicas, ou, se for ingerir, não deixar de tomar o anticonvulsivante; garantir boas noites de sono; evitar estresse e não ficar tempos prolongados em jejum.



Em alguns casos, quando o medicamento não é suficiente, pode ser indicada a cirurgia como alternativa, para evitar que as funções cerebrais sejam afetadas em decorrência das crises reiteradas.

Médico para epilepsia no Rio de Janeiro

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