Dr. Felipe Calmon - Neurocirurgião
Quando procurar um médico para dor na coluna constante em Nova Friburgo?

Você deve procurar um médico para dor na coluna constante quando o desconforto persiste por semanas, piora com o tempo, limita atividades diárias ou vem acompanhado de sinais neurológicos como formigamento, fraqueza ou perda de força.
A dor na coluna é uma das queixas mais comuns entre adultos e idosos, mas nem toda dor deve ser considerada “normal”. Quando o incômodo se torna constante, recorrente ou progressivo, é um sinal de alerta de que algo pode estar errado na estrutura da coluna vertebral. Ignorar esses sintomas pode levar à piora do quadro e a limitações cada vez maiores no dia a dia.
Muitas pessoas tentam conviver com a dor utilizando analgésicos, anti-inflamatórios ou repouso prolongado, o que pode mascarar o problema sem tratar a causa. A dor persistente pode estar relacionada a compressões nervosas, desgaste das articulações, hérnia de disco, estenose do canal vertebral ou outras condições que exigem avaliação especializada.
Outro ponto importante é que a dor na coluna nem sempre se manifesta apenas como dor localizada. Em muitos casos, ela irradia para braços ou pernas, causa formigamento, dormência ou sensação de fraqueza, indicando possível comprometimento neurológico. Esses sinais não devem ser ignorados.
Em Nova Friburgo, procurar um médico especialista em coluna no momento certo permite identificar a causa da dor com precisão, iniciar o tratamento adequado e evitar a progressão do problema, preservando mobilidade, autonomia e qualidade de vida.
Dor na coluna constante é normal ou sinal de problema?
A dor na coluna pode surgir ocasionalmente por esforço físico, má postura ou sobrecarga muscular, mas quando ela se torna constante, passa a ser um sinal de que existe um problema estrutural ou funcional. Dor que persiste por mais de duas a três semanas, mesmo com repouso e medicação, merece investigação médica.
Em especial, dores que pioram com o tempo, surgem mesmo em repouso ou acordam o paciente à noite são consideradas sinais de alerta. Esses sintomas podem indicar processos degenerativos, inflamatórios ou compressivos que não se resolvem espontaneamente.
Além disso, a repetição frequente de crises de dor, mesmo que intercaladas com períodos de melhora, sugere que a causa do problema ainda está presente. Nesses casos, apenas tratar a dor não é suficiente — é preciso identificar e tratar a origem.
Quais sintomas indicam que é hora de procurar um médico especialista?
Alguns sintomas associados à dor na coluna indicam a necessidade de avaliação médica especializada. Entre os principais estão a irradiação da dor para braços ou pernas, formigamento, dormência, perda de sensibilidade ou diminuição de força muscular.
Outro sinal importante é a dificuldade para caminhar, permanecer em pé ou realizar atividades simples do dia a dia, como se abaixar ou levantar da cama. Quando a dor começa a limitar a rotina, ela deixa de ser apenas um desconforto e passa a impactar diretamente a qualidade de vida.
Alterações no controle urinário ou intestinal, embora menos comuns, representam sinais de urgência médica e exigem avaliação imediata. Esses quadros podem indicar compressão neurológica importante e não devem ser negligenciados.
Quais problemas de coluna costumam causar dor persistente?
Diversas condições podem causar dor na coluna de forma contínua. A hérnia de disco é uma das mais conhecidas, podendo provocar dor local e irradiação para membros, além de formigamento e fraqueza. Já a estenose do canal vertebral é comum em pessoas mais velhas e causa dor ao caminhar, com alívio ao sentar ou se curvar.
O desgaste das articulações da coluna, conhecido como artrose ou espondilose, também é causa frequente de dor crônica, especialmente em idosos. Esse desgaste pode gerar inflamação, rigidez e limitação de movimentos.
Outros problemas incluem instabilidades da coluna, fraturas por osteoporose, escolioses degenerativas e alterações posturais importantes. Cada uma dessas condições exige abordagem específica, reforçando a importância de uma avaliação médica adequada.
Quando a dor na coluna exige avaliação com neurocirurgião especialista?
A avaliação com um neurocirurgião especialista em coluna é indicada quando a dor é persistente, intensa ou acompanhada de sintomas neurológicos. Esse profissional é capacitado para analisar exames de imagem, correlacionar os achados com os sintomas e definir o tratamento mais adequado para cada caso.
Nem toda dor na coluna precisa de cirurgia, e a maioria dos pacientes melhora com tratamentos conservadores bem indicados. No entanto, identificar corretamente quem se beneficia de cada tipo de tratamento evita tanto cirurgias desnecessárias quanto atrasos que podem levar a piora neurológica.
O especialista em coluna também é responsável por acompanhar a evolução do quadro e indicar, se necessário, procedimentos mais avançados, sempre com foco na segurança e no melhor resultado funcional para o paciente.
Procurar o médico cedo pode evitar cirurgia no futuro?
Sim. Em muitos casos, procurar o médico logo no início dos sintomas permite controlar a dor e tratar o problema antes que ele se agrave. Diagnóstico precoce e tratamento adequado podem evitar a progressão de doenças degenerativas e reduzir a necessidade de intervenções mais complexas.
Quando a dor é ignorada por longos períodos, o problema pode evoluir, levando a compressões nervosas permanentes, perda de força e limitações funcionais mais severas. Nessas situações, as opções de tratamento tornam-se mais restritas.
Por isso, a avaliação médica no momento certo é uma das principais formas de preservar a saúde da coluna e evitar complicações futuras.
Conclusão
A dor na coluna constante não deve ser considerada normal, especialmente quando persiste, piora ou vem acompanhada de sinais neurológicos. Procurar um médico no momento adequado permite identificar a causa do problema, iniciar o tratamento correto e evitar a progressão do quadro.
Em Nova Friburgo, o Dr. Felipe Calmon, neurocirurgião especialista em coluna, realiza avaliação detalhada, diagnóstico preciso e acompanhamento individualizado para pacientes com dor na coluna, ajudando a definir quando o tratamento clínico é suficiente e quando outras abordagens podem ser necessárias.












